Antes de mais nada, saiba que as cólicas não sinalizam nada de errado com você, o seu leite ou o seu bebê. Elas são contrações das alças do intestino, órgão que ainda está em fase de adaptação, e podem durar até três meses. O quadro, de fato, é de partir o coração: a criança chora, se contorce, fica com a carinha vermelha, mãos fechadas, irritação…

Algumas medidas, no entanto, podem minimizar tanto sofrimento:

  • Faça massagens com óleo no sentido horário, que é o caminho do trânsito intestinal, na barriguinha do seu filho.
  • Aqueça um pano – pode ser uma fralda – e deixe um pouquinho sobre a região, por cima da roupa. Você pode comprar um saquinho de sementes, feito especialmente para esse fim, e aquecê-lo no micro-ondas – há versões que são bichos de pelúcia.
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  • Deite o bebê em suas pernas, de frente para você, e flexione as coxas dele sobre sua barriguinha. Isso ajuda a eliminar gazes e fezes.
  • Um banho morno também diminui o incômodo. Você pode usar o ofurô ou o balde, mantendo o corpo do bebê na água por um tempinho.
  • Dar o peito acalma o bebê, mas não o faça se ele já estiver alimentado, para não estimular as contrações.
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  • Não se desespere nem fique nervosa: procure manter a calma e transmitir tranquilidade ao bebê. Converse bem baixinho com ele, cante, embale-o…
  • Teste o “método dos 5S”: enrole o bebê (esse passo não é imprescindível); deite-o de lado no seu braço, com a barriga voltada para fora; ofereça a ele a própria mãozinha para sugar; caminhe e balance-o levemente com os braços; faça o barulho de “shhhhh shhhh”. Essa técnica do pediatra norte-americano Harvey Karp consiste em simular a sensação de conforto que o bebê tinha no útero e corresponde aos termos em inglês: swaddle, side position, suck, swing e shuh, respectivamente.
  • Jamais medique o bebê sem uma prescrição do pediatra.
  • Os chazinhos de antigamente não são mais recomendáveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até os 6 meses de idade a criança deve ser exclusivamente alimentada com leite materno.
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