Deixar o bebê perto de sofás, camas, mesas baixas e banquinhos para que ele possa se apoiar e andar em volta é uma boa estratégia de estímulo para que ele dê os primeiros passinhos ou melhore o caminhar, se já estiver andando. E para permitir que a criança escale móveis e até escadas, sempre com supervisão. Pode ser difícil manter a calma, mas é preciso deixar que ela tente e se esforce, para não minar sua autonomia – superproteção demais não faz bem.

Então, por mais que você e sua família sejam cuidadosos, nenhuma criança na face da Terra está livre de sofrer quedas (sim, no plural, porque acontecerão várias) durante esse processo. E elas são cruciais para o desenvolvimento.

A sua reação importa

Na maior parte das vezes, provavelmente, o bebê só vai sofrer um susto. A sua reação diante do ocorrido pode determinar a dele: caso se apavore, seu filho vai se debulhar em lágrimas, mas se reagir com tranquilidade – você pode até sorrir e brincar com a situação – um princípio de choro pode ser contido. A criança pode, inclusive, encarar o tombo com diversão e repetir para você falar “bum” ou “ai”.

Quando é caso de hospital

Quando o acidente for feio e envolver uma batida de cabeça, por exemplo, vá ao pronto-socorro imediatamente. Tontura, sonolência fora de hora, vômitos, náuseas, febre e dificuldade de movimentos podem indicar algo sério, e as primeiras 24 horas são determinantes para casos assim. Entrar em contato com o pediatra também é importante.

Mas não fique preocupado: essas circunstâncias são raras. Com observação constante, mas com estímulo à autonomia, o mais comum é acontecerem quedas sem consequências. São alguns dos muitos testes para o coração de mãe. 😉

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