Todas as decisões envolvendo crianças competem, é claro, a cada família. Alguns pais costumam levar o bebê em sua primeira viagem longa a partir dos 2 ou 3 meses de idade. Outros só se sentem mais seguros quando a criança recebe as principais vacinas, aos 7 meses. Trata-se de uma escolha particular.

O importante é planejar e se preparar para que seja o mais tranquilo e especial possível. E, claro, estar ciente de que imprevistos acontecem – e viram boas histórias para contar. Confira as dicas de BabyHome!

Documentos

O primeiro passo é não esquecer de levar os documentos, como certidão de nascimento da criança e a carteira do convênio médico. É bom que o bebê esteja com a vacinação em dia, para evitar doenças graves. Cheque sempre se há outras vacinas recomendadas para o local que vão visitar e possíveis doenças circulantes.

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Kit de primeiros socorros

Não deixe de incluir na mala um kit de primeiros socorros com remédios de rotina e outros dos quais possam precisar, além de itens para contusões e pequenos ferimentos. E, mesmo que o bebê ainda mame no peito, leve papinhas, água e outras refeições no trajeto (desde que ele tenha mais de seis meses), de acordo com a idade, ainda que não seja uma viagem longa, pois imprevistos acontecem.

Não esqueça de avisar o pediatra, principalmente se pretende ficar fora de casa por muitos dias. O médico pode fazer a prescrição de algum remédio para enjoo, pois muitas crianças sofrem com isso.

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Meios de transporte

Conforme o meio de transporte usado para a viagem, é importante tomar precauções extras. Confira:

Se for viajar de carro

  • Planeje, com antecedência, uma revisão no carro. Pneus e estepe devem estar em boas condições e calibrados.
  • Com um ano de idade, via de regra, já é possível dispensar o uso do bebê conforto e acomodar seu filho na cadeira de segurança. Ela deve ficar voltada para a frente, na posição vertical, no banco de trás. O ideal é que fique atrás do banco do passageiro da frente, para que quem estiver dirigindo possa observar a criança.
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  • Buracos, quebra-molas e freadas de emergência podem provocar um grande desconforto aos bebês. Vale a pena adotar o protetor de pescoço infantil, que preserva o tronco, previne dores musculares e evita que a cabeça da criança balance muito.
  • Não se esqueça de instalar na janela lateral um protetor de tela, que filtra não só a luz como a ação dos raios ultravioleta na pele delicada do bebê.
  • Antes de partir, observe se as travas foram acionadas e ative o bloqueador de comandos das portas traseiras.
  • Pegar a entrada bem cedo ou à noite pode garantir que a criança durma durante a maior parte do trajeto.
  • Caso ela durma, observe se a cabeça não cai para a frente ou para o lado, de modo que possa asfixiá-la. O ideal é que um adulto sempre viaje atrás com ela.
  • Se for uma viagem longa, planeje paradas a cada duas horas para retirar o bebê da cadeirinha.

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Em viagens de ônibus

  • Caso compre passagens nos horários em que, habitualmente, a criança se mantém acordada e ativa, nada de estimulá-la antes para que fique mais cansada e acabe dormindo na viagem. Respeite o horário normal de sono, pois tentar mantê-la acordada à força para dormir durante a viagem poderá causar algum tipo de dano à sua saúde e deixá-la irritadiça. Tente relaxar: o movimento do ônibus vai deixá-la mais dormindo do que acordada.
  • Provavelmente, você vai viajar durante todo o tempo com a criança no colo. Aposte no uso de canguru ou sling, que mantém os seus braços mais livres e o bebê mais confortável.
  • O cinto de segurança deve ser afivelado apenas no adulto, e não no adulto e na criança juntos – no caso de uma freada brusca, o peso da pessoa pode machucar o bebê.
  • Não se esqueça de vestir a criança com roupas confortáveis e de levar brinquedinhos e mordedores para distraí-la no percurso.
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Ao viajar de avião

  • Se ainda não comprou as passagens, evite ficar perto do banheiro. O entra-e-sai local pode prejudicar o sono do seu pequeno. Cheque, também, se a empresa aérea escolhida oferece um menu infantil e solicite com antecedência o assento preferencial.
  • Voos noturnos costumam ajudar, pois a criança tende a dormir mais.
  • Não esqueça de levar brinquedinhos.
  • Para aliviar a pressão no ouvido do seu filho na decolagem e na aterrissagem, ofereça o peito – se ele já não está em aleitamento materno, experimente dar leite ou água para ele sugar nesses momentos ou mesmo a chupeta, caso ele faça uso desse item.
  • Se o bebê chorar durante a viagem, não se preocupe com prováveis olhares feios. As pessoas precisam entender que crianças choram e ser pacientes – todo mundo já foi criança um dia. Afinal, trata-se de um ambiente desconhecido, com luzes e sons incômodos, e que pode provocar dor de ouvido. E os adultos nem sempre são modelos de bom comportamento e adequação em voos, não é mesmo? Não fique ansiosa nem irritada, pois só vai fazer com que seu filho de demore mais para se acalmar.
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