Você, que chegou até aqui, sabe que a gravidez não tem manual de instruções, certo? Cada gestação é única e cada mulher encara os acontecimento a seu modo. Pois a maternidade, por mais informação que você tenha em mãos, também é assim: a cada dia, uma novidade. Mães e pais de primeira viagem, em especial, tendem a se preocupar mais com as coisas, pois acabaram de entrar num universo totalmente desconhecido.

Um chorinho mais agudo, dois ou três dias sem fazer cocô, uma recusa ao peito… Qualquer situação fora da “normalidade” conhecida até então já é suficiente para acender o sinal vermelho no coração. Observar é importante, mas a sua tranquilidade também é. Então, o conselho de BabyHome é: entrar em contato com o pediatra vai deixá-los mais calmos? Ligue ou mande mensagem para ele. Esses profissionais já estão habituados a certas dúvidas e demandas. Coloque em primeiro lugar o conforto do seu filho.

É claro que uma dúvida sobre o desenvolvimento ou alguma característica física peculiar da criança pode ser tirada na próxima consulta, mesmo porque as visitas ao consultório são constantes nos primeiros meses de vida.

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Sinais para se preocupar

Quadros “estranhos”, perda momentânea de apetite, choro persistente, irritabilidade, muita sonolência, respiração acelerada, dor aguda, vômitos (mais de três por hora ou acompanhado de febre), diarreia que dura há algumas horas, dor de ouvido com secreção, manchas vermelhas pelo corpo e, principalmente, temperatura acima de 37,8º C merecem uma investigação mais apurada.

Em caso de febre, a criança pode ser medicada em casa para baixá-la e você pode dar um banho morno, mas sua causa precisar ser diagnosticada por um médico. Febre, é bom ressaltar, pode sinalizar desde uma infecção mais simples como o resfriado até doenças mais graves – e no caso dos recém-nascidos e bebês de até 3 meses, cuja imunidade ainda é relativamente baixa, não pode nem deve ser subestimada. Em crianças maiores, ela pode ser preocupante quando permanece por mais de dois dias.

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