De acordo com a medicina, é considerado prematuro o bebê que nasce antes da 37ª semana de gestação, podendo ser classificado como prematuro extremo aquele que vem ao mundo com menos de 28 semanas e como tardio, acima de 34 semanas. O nascimento em cada período implica em mais ou menos problemas associados e há apenas um caso de sobrevivência de bebê com menos de 22 semanas. De modo geral, quando ele completa 34 semanas costuma-se considerar que os riscos reduzem-se consideravelmente e as chances de sobrevida sem sequelas são enormes.

Fatores de risco para prematuridade

Alguns fatores podem impulsionar a ameaça de trabalho de parto prematuro. Nem sempre o parto acontece, de fato, mas é preciso adotar certos cuidados – como o repouso absoluto ou medicamentos – para evitar maiores complicações.

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Doenças crônicas, descolamento da placenta, placenta prévia, trombose placentária, pré-eclâmpsia e eclâmpsia, diabetes gestacional, vírus, infecções urinárias ou vaginais, anormalidades uterinas ou do colo do útero e enfermidades respiratórias são alguns dos motivos.

+ Cuidado com o diabetes gestacional

Mulheres que tiveram parto prematuro anterior, muito jovens ou com mais de 40 anos e/ou abaixo do peso têm predisposição ao problema. Tabagismo, consumo de drogas, estresse, violência doméstica e anemia grave são outros fatores de risco. A gestação de gêmeos ou múltiplos também tem alta probabilidade para o nascimento antecipado.

Sinais de alerta

Algumas vezes, são os médicos que decidem pela prematuridade, por entender que o bebê estará salvo ou melhor fora do útero – nos casos, por exemplo, de restrição de crescimento intrauterino ou de doenças que colocam mãe e bebê em risco de morte, como é a eclâmpsia. Mas, em outras, o parto simplesmente tem início e, muitas vezes, não há uma explicação clara para isso: a bolsa estoura ou há dilatação antes da hora.

Os sintomas de alerta mais comuns são cólicas parecidas às menstruais, diarreia, contrações uterinas ritmadas ou dolorosas, dor na parte inferior das costas, pressão sobre a pélvis, corrimento e fluido aquoso rosado ou marrom escorrendo da vagina. Se sentir algum deles, ligue para o obstetra imediatamente para que ele possa prescrever as medidas corretas.

Medidas que podem ser tomadas

No caso de contrações contínuas ou restrição severa de crescimento, uma internação geralmente é necessária para um acompanhamento mais efetivo – os médicos podem prescrever inibidores de contrações. Para a dilatação antes da hora, costuma-se realizar uma cerclagem – cirurgia para suturar o colo do útero e evitar o nascimento antes de 37 semanas.

Em algumas circunstâncias, são administrados medicamentos adequados para acelerar a formação do pulmão do bebê (corticoides) e aumentar suas chances de vida caso venha ao mundo antes do período ideal. Repouso e ingestão de líquidos também são aconselhados. Para reduzir as possibilidades de parto prematuro, siga o pré-natal à risca, alimente-se bem, não fume, tente afastar o estresse e mantenha seu médico sempre informado sobre as alterações.

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