Agora que você já leu a nossa primeira reportagem especial sobre o armazenamento de células-tronco, é hora de falar sobre o momento da decisão. A maioria das pessoas pensa que contratar serviços como o congelamento do sangue do cordão umbilical é burocrático e muito caro. Nada disso. Basta um telefonema para garantir o serviço. Além disso, o valor é muito menor do que você imagina com facilidade no pagamento.

Por que congelar o sangue do cordão umbilical do bebê

O armazenamento de células-tronco do seu bebê é realmente muito importante. Se o seu filho vier a desenvolver doenças do sangue no futuro, essas células-tronco, que foram congeladas ainda saudáveis, poderão dar origem a novas células. Dentre as doenças passíveis de tratamento por meio de transplante de medula óssea, estão a leucemia, aplasia da medula óssea, mieloma múltiplo e Síndrome mielodisplásica. No entanto, vale reforçar que o sangue do cordão umbilical não pode ser usado para tratar uma doença ou leucemia congênita no mesmo indivíduo, porque o sangue do cordão armazenado contém a mesma variante genética ou células pré-malignas.

O que você precisa saber para tomar a decisão de congelar células-tronco
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Quando contratar o serviço

Assim que tomar a decisão, a gestante deve entrar em contato com o Criovida. Isso pode ser feito durante toda a gravidez até os momentos finais, quando ela já estiver em trabalho de parto – desde que haja tempo hábil para que a equipe se desloque até a maternidade antes do nascimento do bebê. É claro que a decisão tomada com antecedência permite que o casal seja orientado sobre o processo e tire todas as dúvidas. Apesar de a sede do Criovida estar localizada em Belo Horizonte, MG, eles são capazes de cobrir quase toda a extensão do território nacional, por meio de parcerias regionais para a coleta.

Gravidez: por que congelar o sangue do cordão umbilical

 

Entenda os custos

O pagamento do serviço é feito em dois momentos: um valor único pelo processamento e pela coleta das células-tronco e uma anuidade. Ambos podem ser divididos em parcelas, de acordo com a preferência de quem tem a responsabilidade financeira sobre o material.

Quem pode utilizar o material

As células-tronco do cordão umbilical e da placenta são 100% compatíveis com seu proprietário. Por isso, elas são utilizadas prioritariamente de forma autóloga, ou seja, pela própria pessoa da qual as células foram coletadas e pertence a ela (após a maioridade) os direitos de decisão sobre o que pode e deve ser feito com o material. Isso inclui até mesmo a autorização de descarte das células-tronco. Se compatíveis, parentes de primeiro grau também podem receber o transplante de medula óssea. Nesse caso, o proprietário pode autorizar o uso de seu material no tratamento.

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Como acontece a liberação das células

A liberação se dá a partir de requerimento médico. Somente os tutores legais ou o próprio beneficiário, quando maior de idade, podem autorizar a liberação do material.

Armazenar células tronco do cordão umbilical e placenta
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