Você já passou por uma etapa importante da gravidez e realizou o temido ultrassom morfológico. Mas, agora, ao entrar no segundo trimestre, terá de refazer este e outros exames. Além dele, outros testes são pedidos pelo médico para saber se está tudo bem com você e o bebê. Confira o que vem pela frente!

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Ultrassom morfológico (USG)

É feito quando a grávida está de 18 a 24 semanas e, como o primeiro, analisa as estruturas do bebê. Desta vez, porém, não mede a translucência nucal (o acúmulo de líquido na nuca do feto). Em vez disso, como o bebê está maior, tem maior capacidade de analisar o coração (as quatro câmaras), a cabeça, a coluna, o rosto (se tem ou não lábio leporino), os braços e as pernas, o tamanho dos ossos e os órgãos internos, como estômago e rins. Caso você ainda não tenha descoberto o sexo do bebê, será difícil não ver – mas você ainda pode ser que o bebê esteja em uma posição que esconda os genitais.

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Se tudo estiver normal nesses exames realizados tanto no primeiro como no segundo trimestre, é muito raro que a criança nasça com alguma síndrome ou malformação. Porém, se algo estiver fora do padrão, outros testes são pedidos para confirmar o problema. No morfológico, o médico também checa como está a placenta, o volume de líquido amniótico, o cordão umbilical e as artérias uterinas.

Glicemia e glicose (TOTG)

A coleta de sangue que avalia a glicemia de jejum é outro dos exames que devem ser refeitos no segundo trimestre, por volta da 24a semana. Assim como o teste oral de tolerância à glicose (TOTG), no qual a gestante bebe glicose para descobrir se tem diabetes gestacional. Neste caso, o sangue é coletado a cada meia hora para avaliação da curva glicêmica.

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Ecocardiograma fetal

Também conhecido por ecofetal, é um ultrassom específico para observar as estruturas do coração e se ele está funcionando como esperado. Em geral, este é um dos exames que costuma ser pedido no segundo trimestre se houver alguma suspeita de problema, se não foi possível observar o funcionamento do coração a contento no morfológico, se a gestação é de risco ou se há histórico de doenças congênitas. Porém, a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que ele seja inserido no pré-natal de todas as grávidas. Pode ser feito a partir da 20a semana.

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Exames específicos

Em caso de necessidade ou risco aumentado, o obstetra pode solicitar:

  • Amniocintese: dependendo da idade da mãe ou se houver suspeita de risco, pode ser pedido a partir da 15a semana. Com uma agulha, retira-se o líquido amniótico para detectar anomalias ou síndromes cromossômicas, como Down.
  • Biópsia de vilo corial: retira-se um fragmento da placenta para descobrir se há malformações genéticas. Feito a partir da 12a semana.
  • Cardiotocografia: registra a frequência cardíaca do feto e das contrações uterinas, para saber se o bebê está bem.
  • Dopplervelocimetria fetal: mede a velocidade do fluxo sanguíneo na placenta.

 

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