Não é à toa que a maior parte dos especialistas aconselha esperar o segundo mês de vida para levar o bebê para passear: antes disso, o sistema imunológico está fragilizado e as primeiras vacinas ainda não surtiram efeito.

Publicidade

A partir de agora, portanto, você já pode visitar amigos e familiares ou dar uma volta com o seu filho na pracinha ou no clube – há pediatras, no entanto, que encorajam a mãe a passear com o bebê desde o primeiro mês, sempre ao ar livre, longe de aglomerações e em passeios curtos, portanto, converse com o seu médico para definir o melhor para você e seu filho. Mesmo assim, é preciso bom senso. Por exemplo, evite sair quando a temperatura estiver fria ou quente demais. Tome o cuidado de vestir a criança com roupas adequadas para o clima, sem exagerar.

+ Banhos de sol são fundamentais

Fuja de lugares muito aglomerados, como shoppings, supermercados e restaurantes – alguns pediatras recomendam esse contato depois de a criança receber as vacinas dos 6 meses.

Publicidade

O que levar na sacola do bebê

Na sacola do bebê, é importante levar fraldas descartáveis (uma para cada hora que você passar fora de casa), o trocador portátil, kit higiene (pomada, álcool gel, um pouco de água, algodão), uma troca de roupa completa, saquinhos para peças sujas, fraldas de pano ou paninhos de boca, uma manta leve e um agasalho com capuz ou casaquinho + touca. Evite usar lenços umedecidos ao menos nos primeiros meses.

Não se esqueça, ainda, de incluir medicamentos que a criança esteja usando e que vai precisar enquanto estiver fora de casa. Aproveite e leve uma blusa extra para você – não é raro que o bebê a suje com golfos e vômitos.

Passeios ao ar livre podem durar cerca de 30 minutos. A capa de proteção, que cobre o carrinho todo, e surgiu como uma forma de preservar o bebê de infecções e olhares indiscretos, não é recomendada pela maioria dos especialistas. Primeiro, porque a criança já conta com outras formas de proteção, como as vacinas e a própria amamentação. Segundo, é um recurso que isola e atrapalha a oportunidade de estímulos visuais e sonoros.

Além disso, pode aumentar perigosamente a temperatura para o bebê, podendo levá-lo à desidratação – evite cobrir mesmo com mantas ou fraldas que não permitam a livre circulação do ar. Se o bebê não tem a chance de ver o mundo, de adquirir imunidade e até de tomar um solzinho, qual o objetivo de sair com ele?

+ Por que o contato com a natureza é importante

E, por falar em sol, cuidado para não que ele não atinja diretamente a criança. Aos poucos, a duração dos passeios pode ser ampliada. Só preste atenção para que a quebra da rotina não se torne uma constante. Lembre-se que um período de duas horas fora de casa já é o suficiente para causar impacto na rotina do bebê. Muitas alterações podem deixá-lo irritado e mudar até o padrão de sono e alimentação.

 

Ao sair de carro, lembre-se que o bebê-conforto deve ser posicionado no banco traseiro de costas para o painel e fique ao lado do seu filho ou peça para algum adulto ficar. Se for encaixar o bebê-conforto no carrinho, posicione-o virado para você, assim fica mais fácil ver como está a criança.

Tire o seu filho do bebê-conforto assim que chegar ao destino, mesmo que ele esteja dormindo, e nunca deixe o acessório com o bebê em cima de uma mesa ou sofá, por exemplo, para evitar acidentes. À medida que a criança for crescendo, e passar para a cadeirinha, pode ficar virada para a frente, apreciando a paisagem.

 

E mais:

+ Quando é hora de trocar a cadeirinha do carro?

+ Seu bebê pronto para a primeira viagem longa

+ 11 dicas para levar o bebê ao restaurante e retomar a vida social

Quer saber mais? Assine nossa newsletter e receba toda semana mais matérias sobre como o seu bebê está se desenvolvendo. É rápido e gratuito.

Publicidade